sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A delicadeza de um Viking moderno

O Viking que ama é feliz demonstrando para a sua cria o prazer que as pancadas no cérebro podem dar, além de copiar o efeito do LSD (mas sem conter nenhuma substância laboratorial que possa transmitir leptospirose) traz um benefício gigante para a saúde da fêmea, que consiste em apenas ter o útero rijoso e efervescente para o fermentamento do futuro guerreiro lamaçal, o monstrinho “no sense”.

Ele não sabe como soltar as ofensas apenas em suma, numa singela frase reflexiva, sua natureza é complexa, árdua e ferozmente inibida de facilidades cotidianas, seu prazer é acertar a sequência de golpes na cara e “paulistinhas” em quem se opor aos desejos sedentos de sua austera linguagem coloquial. Você não vê um Viking xingando, quando vê, ele já fez o serviço sujo, porque é à surdina das esquinas que ele mais se adapta. Num resumo mais dinâmico, ele te manda pro capeta e logo depois corta seu pinto e enfia no seu cu, se você não tem pinto, ele enfia o bambu.

Carinho de Viking é estupro, afeto de Viking é escarro, atenção de Viking é única e exclusivamente para o dia da procriação nos mangues da selva urbana, quando a fêmea abre as pernas e fecha os olhos, esperando a penetração do bastão natural com poderes mágicos (que às vezes é mal educado, cuspindo na cara das pessoas desatentas). Only fuck shit!

O Viking moderno não usa avental pra lavar louça, ele não sabe o que são talheres, ele não sabe o que é uma panela de pressão, pois é ele quem dá a pressão, seja em qual panela for (nova ou velha, o importante é a “comida”).

Diversão pra ele? Mais ou menos assim: “Corram, daqui 5 minutos sairei com meu machado vorpal atrás de vocês”.

Mas existe entre a tribo moderna, um que se destaca, é o Viking Poeta Moderno, o ser que tece a animalidade em garranchos bisonhos e grafia hedionda. Ele não tem nome, é apenas conhecido como “O Sábio”, ele navega nos 7 mares da internet e vê telejornais (prefere a Fátima Bernardes, acha ela uma delícia de cocota), fuma charutos e usa camisinha de tripas das lacraias.

Eis aqui o primeiro registro histórico da obra desse pensador naturalizado Homem pela astúcia molecular espérmia divina:

“Já fui bactéria, já fui ogro, já fui macaco, hoje sou Viking e tenho no cérebro um retardo... Remem, suas putas banguelas, o Cracken está querendo foder nossas boguinhas! ”

De uma maneira ou de outra, ele nunca mudará suas atitudes, não é!? Ele ama, porém tem uma maneira peculiar de demonstar isso... né!? Meu javalizinho que adora ensaboar o rolete da aldeia, guti guti do Papi!

E como disse meu vizinho num dia de suruba cerimonial ao Tyr, “Quem com rolete assa, com rolete será assado”.

Tapa na bunda de quem finca e chupão no mamilo de quem me quer!

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