O Viking que ama é feliz demonstrando para a sua cria o prazer que as pancadas no cérebro podem dar, além de copiar o efeito do LSD (mas sem conter nenhuma substância laboratorial que possa transmitir leptospirose) traz um benefício gigante para a saúde da fêmea, que consiste em apenas ter o útero rijoso e efervescente para o fermentamento do futuro guerreiro lamaçal, o monstrinho “no sense”.
Ele não sabe como soltar as ofensas apenas em suma, numa singela frase reflexiva, sua natureza é complexa, árdua e ferozmente inibida de facilidades cotidianas, seu prazer é acertar a sequência de golpes na cara e “paulistinhas” em quem se opor aos desejos sedentos de sua austera linguagem coloquial. Você não vê um Viking xingando, quando vê, ele já fez o serviço sujo, porque é à surdina das esquinas que ele mais se adapta. Num resumo mais dinâmico, ele te manda pro capeta e logo depois corta seu pinto e enfia no seu cu, se você não tem pinto, ele enfia o bambu.
Carinho de Viking é estupro, afeto de Viking é escarro, atenção de Viking é única e exclusivamente para o dia da procriação nos mangues da selva urbana, quando a fêmea abre as pernas e fecha os olhos, esperando a penetração do bastão natural com poderes mágicos (que às vezes é mal educado, cuspindo na cara das pessoas desatentas). Only fuck shit!
O Viking moderno não usa avental pra lavar louça, ele não sabe o que são talheres, ele não sabe o que é uma panela de pressão, pois é ele quem dá a pressão, seja em qual panela for (nova ou velha, o importante é a “comida”).
Diversão pra ele? Mais ou menos assim: “Corram, daqui 5 minutos sairei com meu machado vorpal atrás de vocês”.
Mas existe entre a tribo moderna, um que se destaca, é o Viking Poeta Moderno, o ser que tece a animalidade em garranchos bisonhos e grafia hedionda. Ele não tem nome, é apenas conhecido como “O Sábio”, ele navega nos 7 mares da internet e vê telejornais (prefere a Fátima Bernardes, acha ela uma delícia de cocota), fuma charutos e usa camisinha de tripas das lacraias.
Eis aqui o primeiro registro histórico da obra desse pensador naturalizado Homem pela astúcia molecular espérmia divina:
“Já fui bactéria, já fui ogro, já fui macaco, hoje sou Viking e tenho no cérebro um retardo... Remem, suas putas banguelas, o Cracken está querendo foder nossas boguinhas! ”
De uma maneira ou de outra, ele nunca mudará suas atitudes, não é!? Ele ama, porém tem uma maneira peculiar de demonstar isso... né!? Meu javalizinho que adora ensaboar o rolete da aldeia, guti guti do Papi!
E como disse meu vizinho num dia de suruba cerimonial ao Tyr, “Quem com rolete assa, com rolete será assado”.
Tapa na bunda de quem finca e chupão no mamilo de quem me quer!
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
A delicadeza de um Viking moderno
Postado por
Estramboliquices
às
15:42
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- Estramboliquices
- Em tempos tumultuados de paranormalidades políticas, crises RPGisticas, emendas constitucionais para alegorias de pizzaiolos e anarquismo revolution maquiado de arco-íris mega model, dois seres surgiram em meio a lama, Javali e Viking. Unidos por um só bastão (+1 contra orcs), desbravam os sórdidos caminhos do cotidiano com suas aventuras quase surreais, alguns duvidam de suas peripécias inusitadas, mas há quem diga que já os viu fazendo cócegas nos mamilos do próprio Rogério Skylab. De forma natural e esporádica, os pré-Atari valorizam o ato mais puro da humanidade, a defecação de cócoras.
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