É com muita (IN)satisfação que venho-lhes comunicar a revolta pessoal com os desenhos de esteriótipos felizes. Mas que porra é essa do casalzinho ser sempre bonito e feliz!? (tenho complexo de feiura, e o morro complexo de Alemão... hahahaha) Será que o cara não tem piroca pequena? (Minha piroca dá pro gasto) Será que a “princesa” não tem corrimento anal? (Meu anus é perfeitamente saudável, e só serve pra sair coisas) Será que eles não cobiçam a cueca ou a calcinha do vizinho? Será que não rola um bacanal nervoso, uma zoofilia ou até mesmo um troca-troca entre Reis e Serviçais?
Puta Merda! É tudo perfeito nessa joça! Lamentei-me profundamente por não nascer de pinturas em guache e ser deslocado dessa esfera anormal e irritante da Disneyhell.
Diante de tal distúrbio ocasionado pelas letras garrafais do “THE END”, me coloquei a estudar o que acontecia depois da vida de casado com essas personagens tão delicadas (pra não chamar de outro nome, ou então levo um processo na testa) e frutíferas. Tcharam! Caiu a cortina da perdição na libertinagem infantil, Marquês de Sade virou um aprendiz das maluquices e bizarrices que acontecem quando o livro da “Branca de neve e os 7 anões” é ditado pelas falácias populares, ou seja, os pequeninos fazem a festa em todos os buracos da branca de (porra) neve e todo o mundo fala pra filhinha: “Olha que bonito, eles traçam ela, depois de alargada o príncipe não faz nem cócegas no capô de fusca, se for por trás, pior ainda, perde-se na escuridão do vácuo anal.”
É tudo putaria! Orgia do inferno! É piroca pra cá, boceta pra lá, príncipe saindo do armário e fidalga liberando pra Lobo Mau. Tanta porra que sossegadamente poderíamos montar um Banco De Espermas para as próximas gerações punheteiras.
Primeiro que fadinha não sabe cozinhar a porra de um arroz, nem fritar a merda de um ovo. A biscate da bruxa só sabe pagar boquete pros caras mais bisonhos do mundo encantado...
A bela e a fera... Imaginem o que essa criatura não faz naquela mina toda pimposa!? Arregaça de baixo pra cima, dá até dó...deusolivre.
Tá, vamos imaginar que acaba tudo bem. Eles casam e tal. Quem aguenta viver num mundo perfeitinho onde o cara come a mesma mina para todo o SEMPRE? Sim, para todo o SEMPRE! Ele não pode se divorciar, morrer ou fugir, porque é para todo o SEMPRE! É um castigo eterno, caralho! Não existe nem penitência divina pra reduzir a sentença desses camaradas, táloco.
Mas recentemente fiquei sabendo de um caso real em que o cara foi pego enfiando o dedo no próprio cu por insatisfação sexual e por ter uma tara enorme quando vê a minnie na TV. Eu nem vou comentar esse caso, pois já quebrei uma bronha assistindo Hentai. (Porra, a mina era muito peituda e se parecia com uma amiga gostosa)
Que seja, o mundo Animado não tem graça, é tudo desenhado! Eles não carregam decepções na vida, não sabem o que é trabalhar, muito menos o que é rir freneticamente quando seu celular toca muito alto num Centro de Umbanda e o pai de santo interrompe o “ritual” só pra mandar você desligar “essa merda”. hahahahaha (Essa história fica pro próximo post)
Esqueçam de todo o contentamento de desenhos, pequenos gafanhotos. Ensinem seus filhos a prática adequada e segura do sexo, aquele em que o menino come a menina e a menina se contenta em apenas dar para o menino.
É com pesar que me despeço. Odin me chama para cortar a grama do jardim de sua mulher, mas com um pequeno detalhe, tem que ser com a boca!
Um beijo bitelo do tamanho do meu escroto pras gatinhas serelepes e um abraço por trás pros caras que se acham fodidões por “levar ferro” na academia.
Um Viking que se vai, um pentelho que fica. Te engravidei? Disque denúncia, Shazam!
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
No conto de fadas o The End não mostra o divórcio
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Estramboliquices
às
14:19
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About Me
- Estramboliquices
- Em tempos tumultuados de paranormalidades políticas, crises RPGisticas, emendas constitucionais para alegorias de pizzaiolos e anarquismo revolution maquiado de arco-íris mega model, dois seres surgiram em meio a lama, Javali e Viking. Unidos por um só bastão (+1 contra orcs), desbravam os sórdidos caminhos do cotidiano com suas aventuras quase surreais, alguns duvidam de suas peripécias inusitadas, mas há quem diga que já os viu fazendo cócegas nos mamilos do próprio Rogério Skylab. De forma natural e esporádica, os pré-Atari valorizam o ato mais puro da humanidade, a defecação de cócoras.
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