segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

No conto de fadas o The End não mostra o divórcio

É com muita (IN)satisfação que venho-lhes comunicar a revolta pessoal com os desenhos de esteriótipos felizes. Mas que porra é essa do casalzinho ser sempre bonito e feliz!? (tenho complexo de feiura, e o morro complexo de Alemão... hahahaha) Será que o cara não tem piroca pequena? (Minha piroca dá pro gasto) Será que a “princesa” não tem corrimento anal? (Meu anus é perfeitamente saudável, e só serve pra sair coisas)  Será que eles não cobiçam a cueca ou a calcinha do vizinho? Será que não rola um bacanal nervoso, uma zoofilia ou até mesmo um troca-troca entre Reis e Serviçais?

Puta Merda! É tudo perfeito nessa joça! Lamentei-me profundamente por não nascer de pinturas em guache e ser deslocado dessa esfera anormal e irritante da Disneyhell.

Diante de tal distúrbio ocasionado pelas letras garrafais do “THE END”, me coloquei a estudar o que acontecia depois da vida de casado com essas personagens tão delicadas (pra não chamar de outro nome, ou então levo um processo na testa) e frutíferas. Tcharam! Caiu a cortina da perdição na libertinagem infantil, Marquês de Sade virou um aprendiz das maluquices e bizarrices que acontecem quando o livro da “Branca de neve e os 7 anões” é ditado pelas falácias populares, ou seja, os pequeninos fazem a festa em todos os buracos da branca de (porra) neve e todo o mundo fala pra filhinha: “Olha que bonito, eles traçam ela, depois de alargada o príncipe não faz nem cócegas no capô de fusca, se for por trás, pior ainda, perde-se na escuridão do vácuo anal.”

É tudo putaria! Orgia do inferno! É piroca pra cá, boceta pra lá, príncipe saindo do armário e fidalga liberando pra Lobo Mau. Tanta porra que sossegadamente poderíamos montar um Banco De Espermas para as próximas gerações punheteiras.

Primeiro que fadinha não sabe cozinhar a porra de um arroz, nem fritar a merda de um ovo. A biscate da bruxa só sabe pagar boquete pros caras mais bisonhos do mundo encantado...

A bela e a fera... Imaginem o que essa criatura não faz naquela mina toda pimposa!? Arregaça de baixo pra cima, dá até dó...deusolivre.

Tá, vamos imaginar que acaba tudo bem. Eles casam e tal. Quem aguenta viver num mundo perfeitinho onde o cara come a mesma mina para todo o SEMPRE? Sim, para todo o SEMPRE! Ele não pode se divorciar, morrer ou fugir, porque é para todo o SEMPRE! É um castigo eterno, caralho! Não existe nem penitência divina pra reduzir a sentença desses camaradas, táloco.

Mas recentemente fiquei sabendo de um caso real em que o cara foi pego enfiando o dedo no próprio cu por insatisfação sexual e por ter uma tara enorme quando vê a minnie na TV. Eu nem vou comentar esse caso, pois já quebrei uma bronha assistindo Hentai. (Porra, a mina era muito peituda e se parecia com uma amiga gostosa)

Que seja, o mundo Animado não tem graça, é tudo desenhado! Eles não carregam decepções na vida, não sabem o que é trabalhar, muito menos o que é rir freneticamente quando seu celular toca muito alto num Centro de Umbanda e o pai de santo interrompe o “ritual” só pra mandar você desligar “essa merda”. hahahahaha (Essa história fica pro próximo post)

Esqueçam de todo o contentamento de desenhos, pequenos gafanhotos. Ensinem seus filhos a prática adequada e segura do sexo, aquele em que o menino come a menina e a menina se contenta em apenas dar para o menino.

É com pesar que me despeço. Odin me chama para cortar a grama do jardim de sua mulher, mas com um pequeno detalhe, tem que ser com a boca!

Um beijo bitelo do tamanho do meu escroto pras gatinhas serelepes e um abraço por trás pros caras que se acham fodidões por “levar ferro” na academia.

Um Viking que se vai, um pentelho que fica. Te engravidei? Disque denúncia, Shazam!

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